10 Dicas de Design e Usabilidade para o sucesso do Ecommerce.

O sucesso de qualquer site de comércio eletrônico depende de uma estratégia bem desenvolvida que combina estética, usabilidade, estrutura e layout. Quando essas facetas trabalham todos juntas (juntamente com o desenvolvimento impecável e uma sólida estratégia de SEO), o site vai ser preparado para altas conversões. Aqui estão 10 princípios sequenciais que eu trago, como diretor criativo, a cada designer buscamos inovar para garantir o sucesso dos nossos clientes.

1. Conheça a sua marca

Você pode descrever o que sua loja de comércio eletrônico faz e vende em dez segundos? Será que seus funcionários e clientes dizem a mesma coisa? Se não, você precisa descobrir o que sua marca realmente é e como ele atualmente se encaixa em sua indústria / mercado. Uma vez descobertos, podem ser tomadas medidas para ajustar a forma como a sua marca é percebida e como ela está posicionada, ou seja, a escolha de tipografia adequada, juntamente com uma paleta de cores adequada e estilo. Se você já tem uma marca firmemente estabelecida, ótimo! Apenas certifique-se que seu título esteja direcionando sua loja para seu publico alvo.

2. Conheça os seus clientes

Quem quer consumir seus produtos? Você está perdendo um público potencial, grande ou pequeno, que pode aumentar a receita? Porque identificar quem são o seu público-alvo e os dados demográficos de onde eles estão, você irá garantir que sua estratégia de design faça com que essas pessoas se sintam confortáveis ​​com o design do site se sentam bem com ele. Este é o primeiro passo na construção do fator de confiança. Ao contrário de vendas na vida real, não há vendedor para orientar o consumidor através do funil de vendas. É por isso que é crucial para entender o seu público-alvo e garantir,  que através da concepção do designer sua loja inspire confiança e credibilidade.

Na InterUP, começamos o processo de conhecer seus consumidores, identificando o perfil dos possíveis compradores da loja. Através da identificação você garante uma boa experiência de usabilidade  que leva a altas conversões.

3. Concentre-se em Usabilidade

Fazer sua navegação fácil e intuitiva é uma ciência. Isso não significa que ela precisa ser excessivamente difícil ou complicada para pessoas com graus avançados e anos de experiência. Em vez disso, ele só precisa ser estrategicamente pensada. Seus produtos devem ser agrupados em categorias e subcategorias que fazem sentido. Seus produtos também devem ser apresentados em uma grade limpa com rotulagem adequada que seja de fácil leitura e visualização.

4. Dar aos usuários caminhos limpos e claros

Os usuários não saem clicando em qualquer link, apenas quanto fazem sentido e vão leva-los para uma página onde o conteúdo é interessante, organizado, e é uma evolução natural em direção a um destino. Os usuários tendem a ser dissuadidos por desordem e uma página com nenhum caminho real para seguir. Uma vez que as conversões não necessariamente acontecem na home page, dando a seus usuários caminhos claros e inteligentes. Tendo uma navegação simples e clara é um bom caminho, tendo claro as chamadas à ação e call-actions para os itens populares também é um bom caminho. Isso são três caminhos claros, adicionar um bloco de pesquisa claro e bem posicionado e agora você tem quatro caminhos estratégicos para o seu usuário entrar no funil de vendas.

O uso excessivo de links em texto também podem atravancar uma página. Eu prefiro o uso de imagens e ícones sempre que possível para fornecer uma solução visual para a navegação. Um conjunto de ícones sólido pode fornecer algum extra de olhos doces e um elemento de design inteligente para o site e ajudar a tornar a navegação mais simples. Estes são alguns dos detalhes que fazem um site competitivo e não deixar nada a desejar.

5. O que adianta ter mil patos se nenhum bota ovos?

Tenho um ditado que eu uso regularmente aqui na InterUP: verifique se ele funciona como esperado. Enquanto os usuários anseiam por uma experiência interessante e gratificante, resolver quebra-cabeças ou tentando descobrir características inesperadas ou funcionalidade não é o que eles querem. Se alguma coisa se ​​parece com um link, que deve ser um link, caso contrário, redesenhá-lo. Não inclua um efeito hover por algo que não é clicável. Usuários vêm rapidamente à conclusão de que, quando as coisas não funcionam como esperado, bandeiras vermelhas fazendo com que seus usuários questionem seu site. Ter elementos que não funcionam como o esperado pode ser o beijo da morte. Seu design e funcionalidade deve fazer todo o possível para evitar a confusão e minimizar comprometer a confiança.

6. Tenha a seu lado a tecnologia certa

É verdade, alguns de seus usuários estarão em máquinas antigas que utilizam navegadores antigos. Isso não significa que devemos projetar a web para essas pessoas. Mas isso também não significa que devemos criar sites para aqueles que utilizam apenas as máquinas mais avançadas e navegadores. O objetivo de qualquer site de comércio eletrônico é aumentar a receita e conversões. Há muitas coisas que podemos fazer para melhorar os números, mas há algumas coisas que você deve fazer para evitar uma queda nos números. Pode não ser no orçamento para ter um site de comércio eletrônico totalmente sensível, no entanto, o projeto deve ser flexível o suficiente para apresentar suas informações e conteúdo claramente na maioria dos dispositivos sem toneladas de tempo de desenvolvimento extra.

Seu loja deve evitar o uso de Flash, não só é desajeitado, mas também não é compatível com dispositivos da Apple. Evite tecnologia moderna, como a rolagem de paralaxe, é legal, mas não melhora a experiência do usuário e conversões. E, finalmente, um código limpo, semântico é o melhor amigo do seu site. Nada pode impactar positivamente a um usuário como um local de carregamento rápido que melhora a experiência e os seus produtos.

7. Google nos treinando à busca

É verdade, a pesquisa é muito importante. O design do site deve incluir um destaque, uma busca adequadamente concebida. Nós executamos com sucesso uma série de tratamentos criativos para pesquisa porque eu sinto que busca nunca deve ser um elemento descartável. Compreender o usuário vai ajudar a definir a importância da pesquisa em seu site e utilizando bons fundamentos o projeto vai te ajudar a determinar o local apropriado, estilo, textos e chamadas à ação.

8. Consistência é a chave

Um layout consistente é fundamental para um site bem sucedido. Usando sistemas de gerenciamento de conteúdo como o (SMCommerce, Vtex, Rakuten) fazer um layout consistente fácil de manter. Cabeçalho, rodapé e os produtos da grade deve ser o mesmo em todas as páginas, mas assim que se muitos dos elementos de estilo e estética. Por exemplo, o texto deve seguir os fundamentos básicos de uma boa tipografia. A paleta de cores deve ser estabelecido e rigorosamente seguidas. O tom da fotografia e do texto / descrições são importantes e devem sempre seguir o tom do seu site e siga a identidade da marca. Chamadas à ação de um site também precisa seguir uma hierarquia rígida, o que lhes mantém a cores específicas, tamanhos e estilo em todo o site. Seu design final site deve ser facilmente representada em um guia de estilo que apresenta todos os elementos de formulário, botões, famílias e tamanhos de fonte, cores e muito mais.

9. Menos é mais

Ninguém quer ser sobrecarregado com informações e conteúdo. Não se sinta obrigado a preencher todo o espaço em uma página ou empinar mais categorias em sua navegação. Manter espaços melhora a legibilidade e permite que seu conteúdo se destacar melhor. Ao utilizar uma estrutura de grade sólida a sua disposição terá um constante olhar e sentir-se em todo o site, permitindo que o conteúdo seja claro e páginas desorganização livre.

10. Donos da Apela-to-Action

Eu poderia escrever um blog inteiro sobre a importância e o poder das chamadas à ação (AKA CTA). Algumas regras sábias de ouro para CTAs: manter a constância no seu site e se concentrar no texto usado. Por exemplo, um grande apelo à ação para a sua página de contato é          “Compre Agora” em vez de “Subscribe”.


Na web uma loja verdadeiramente bem sucedida não se concretiza sem  planejamento e pesquisa. Entender esses 10 princípios permitirá que você focalize sua atenção no que é importante e crucial para um projeto de design de sucesso na web. A web é um meio incrível e produzindo um web site de comércio eletrônico de alta conversão, que oferece ao usuário uma experiência incrível.

Comesse com a compreensão desses princípios e desenvolva uma estratégia que realmente envolva seu consumidor e inspire o desejo de consumo.

Como Gerenciar Conflitos de Gerações: Geração X, Y e Baby Boomers

Confira o infográfico sobre conflitos de gerações, entenda mais sobre as gerações X, Y e Baby Boomers e saiba como gerenciar conflitos entre as gerações, melhorar o trabalho em equipe e a produtividade no ambiente de trabalho.

Conflitos no ambiente de trabalho fazem parte do cotidiano corporativo, muitos desses conflitos ocorrem por divergência de opiniões, sendo que muitas vezes as opiniões divergem em função de visões diferentes entre as gerações.

 

Conflitos de Gerações

Infográfico:Confira o infográfico sobre conflitos de gerações | Sociedade Brasileira de Coaching.

APADi lança Guia de e-Commerce em parceria com Sebrae-SP

Publicação traz passo a passo para abrir um e-commerce profissional

A Associação Paulista das Agências Digitais – APADi lança, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo – SebraeSP, o Guia de e-Commerce APADi, uma publicação gratuita para orientar o empreendedor a entrar em um negócio eletrônico de maneira profissional.

Criado a partir da experiência de um comitê formado por alguns dos principais especialistas do Brasil, que juntos já desenvolveram mais de 400 lojas virtuais, o Guia apresenta de maneira integrada e num único local um passo a passo didático de como montar o negócio, explicando ao empreendedor por onde começar e a que prestar atenção em cada momento do projeto: planejamento, plataforma e tecnologia, integrações, comunicação visual, gestão de conteúdo, operações e logística, serviços financeiros e marketing digital.

  • O Guia foi feito por agências digitais e especialistas que implementam e gerenciam  e-commerce. Juntos,  já desenvolveram mais de 400 projetos
  • APADi acredita que o Guia é um marco de maturidade do segmento e contribuirá para a diminuição da taxa de mortalidade de lojas vituais 
  • A Versão digital é gratuita  e pode ser lida na web, tablets e celulares 

A Associação Paulista das Agências Digitais (APADi) agradece aos profissionais que pemitiram a realização do projeto:

  • Ao presidente Claudio Coelho, que criou o Comitê de e-Commerce APADi
  • Ao Comitê de e-Commerce da APADi, profissionais que voluntariamente dedicaram seu precioso tempo ao projeto
  • Ao Sebrae-SP, pela parceria na divulgação do Guia e patrocínio do evento de lançamento do Guia de e-Commerce
  • Aos colaboradores e agências especialistas que estão patrocinando o projeto
  • Ao Walmart e-commerce Brasil, que produziu o prefácio do Guia contando a história de sucesso da empresa
  • A FutureLab, pela coordenação e direção de arte
  • À Agência Twist, que desenvolveu ilustrações e infográficos que possibilitaram uma excelente comunicação visual do valioso conteúdo do Guia

A todos que direta ou indiretamente colaboraram para o sucesso do projeto.

Faça o download do guia gratuitamente clicando aqui

Decreto traz inovações relevantes para as vendas on-line no país.

Decreto Federal n.º 7962/13

Foi publicado no Diário Oficial de 15 de março de 2013 o Decreto Federal n.º 7962/13, que dispõe sobre a contratação no comércio eletrônico.

O Decreto traz inovações relevantes para as vendas on-line no país.

Dentre outras obrigações impostas ao fornecedor, o Decreto obriga que os sites disponibilizem, em local de destaque e de fácil visualização, o nome empresarial e número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda.

O Decreto obriga, ainda, que o site forneça o endereço físico e eletrônico do fornecedor.

Além disso, pela primeira vez, foram criadas regras específicas para ofertas em sites de compras coletivas. De acordo com o Decreto, os sites deverão informar a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta pelo consumidor e a identificação do fornecedor responsável pelo site, bem como a do fornecedor do produto ou serviço ofertado.

O novo regulamento determina, também, que o fornecedor apresente sumário do contrato antes de sua celebração, bem como o disponibilize ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução.

Por fim, o Decreto reforça o direito contido no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor e determina que o fornecedor informe, de forma clara e ostensiva, os meios para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor.

Contudo, inova ao determinar que o exercício do direito de arrependimento deva ser comunicado imediatamente pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito, para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor, ou seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado.

O Decreto, publicado no Diário Oficial do dia 15 de março de 2013, entrará em vigor no prazo de 60 dias contados de sua publicação. Em caso de descumprimento, o fornecedor estará sujeito às penalidades previstas no artigo 56 do Código de Defesa do Consumidor.

Casa e Decoração é a categoria do e-commerce mais buscada entre os paulistanos

O Busca Descontos, em parceria com o ShopBot – site comparador de preços -, realizou um levantamento onde identificou as categorias de produtos mais pesquisadas na web pelos paulistanos ao longo de 2012. De acordo com a pesquisa, Casa e Decoração, Roupas, Informática e Eletrodomésticos ficaram no topo da lista, o que mostra uma mudança no comportamento dos consumidores on-line. “O que nos chama mais a atenção é o crescimento da procura por itens de Casa e Decoração na internet. Os consumidores perderam o receio de comprar esses produtos no ambiente on-line, onde é possível comparar preços, acessar diferentes lojas e encontrar muito mais variedade do que no varejo tradicional”, observa Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos.

De acordo com dados de uma pesquisa realizada em maio de 2012 pela Fecomercio de São Paulo, junto a mil moradores da capital paulista, 62,71% da população da cidade tem o hábito de realizar compras pelo e-commerce. Em 2011, esta porcentagem era de 51,5%. O estudo apontou ainda que a necessidade dos consumidores em ver pessoalmente o produto antes de comprar, caiu de 23,15% em 2011 para 12,55% em 2012.

Outro dado relevante vem do índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), cujos resultados apontam alta de 2,39% nos preços de produtos comercializados no e-commerce em janeiro, na comparação com dezembro de 2012. Segundo o índice, a maior alta registrada também refere-se à categoria de produtos de Casa e Decoração, que subiu 3,81% em janeiro, enquanto o segmento de Moda e Acessórios foi o único que apresentou queda nos preços no último mês (- 2,13%). “A disparidade entre o ato de buscar e comprar, analisada a partir destes dados, mostra como o consumidor já está familiarizado com as ferramentas disponíveis na internet para encontrar as melhores ofertas disponíveis” avalia.

Veja a lista completa com as 10 categorias de produtos com a maior quantidade de pesquisas:

1. Casa e decoração

2. Roupas e calçados

3. Informática

4. Eletrodomésticos

5. Ferramentas para jardim

6. Eletrônicos

7. Saúde e beleza

8. Esportes & Fitness

9. Acessórios

Confira os números do e-commerce brasileiro na 27ª edição do relatório WebShoppers

O ano de 2012 se encerrou com números positivos para o e-commerce B2C brasileiro. O setor fechou o ano com R$ 22,5 bilhões de faturamento, um crescimento nominal de 20% em relação a 2011, quando havia registrado R$ 18,7 bilhões em vendas de bens de consumo. Esses dados acabaram confirmando a previsão de evolução para o comércio eletrônico realizada pela e-bit, na última edição do relatório WebShoppers.

De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a evolução foi possível principalmente pelas ações promocionais promovidas pelas lojas virtuais e incremento de vendas de produtos de maior valor agregado no 2º semestre de 2012. “Além de ter recuperado o fôlego, contido no 1º semestre de 2012 principalmente pela dificuldade do governo em estimular a economia, a segunda metade do ano conseguiu equilibrar a balança com incremento de vendas de produtos de maior valor como smartphones, tablets e notebooks que ajudaram a elevar o tíquete médio no 2º semestre se comparado ao 1º semestre: R$ 338 X R$ 346”. Com isso, o tíquete médio em 2012 fechou em R$ 342.

Ainda, segundo Guasti, outro fator histórico que colaborou para o incremento no faturamento foi o maior número de datas sazonais do 2º semestre e o peso do Natal. “Além de contar com o Dia dos Pais e o Dia das Crianças, no final do ano, o Natal veio novamente como a data sazonal mais acentuada e que contribuiu com maior volume de vendas: R$ 3,06 bilhões”.

Além disso, a Black Friday se consolidou de vez no Brasil como uma nova data sazonal e rendeu números recordes. No dia 23 de Novembro, foram faturados R$ 243,8 milhões em bens de consumo nas vendas online, em apenas 24 horas. Um valor 143,8% maior que em 2011, quando os ganhos somaram R$ 100 milhões.

Ao todo, foram realizados, ao longo de 2012, 66,7 milhões de pedidos, um volume 24,2% maior do que o registrado no ano anterior. E com uma maior demanda de pedidos, também aumentou o número de consumidores virtuais: 10,3 milhões de novos entrantes. Com isso, já são mais de 42,2 milhões de pessoas que fizeram, ao menos, uma compra online até hoje no Brasil.

Um fator importante é a satisfação dos e-consumidores com o varejo online, um sinal positivo para o setor, que continua atendendo as expectativas, mesmo com mais entregas e consumidores para atender. De acordo com dados levantados pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em média, 86,1% dos consumidores brasileiros ficaram satisfeitos com o comércio virtual em 2012, dentro de uma nota de corte de excelência de 85%.

As categorias mais vendidas

Em 2012, o ranking das cinco categorias com maior volume de pedidos foi: ‘Eletrodomésticos’ em primeiro, com 12,4%, seguida de ‘Moda e Acessórios’, cada vez mais consolidada, com 12,2%. Em terceiro, ‘Saúde, beleza e medicamentos’ com 12%. Completando a lista ficaram ‘Informática’ com 9,1% e ‘Casa e Decoração’, com 7,9%.

Frete

De acordo com dados levantados pela e-bit, 54% dos pedidos realizados foram com frete grátis, o que gerou uma “economia” de R$ 1,09 bilhão aos bolsos dos brasileiros. Um valor superior se comparado ao montante total gasto com frete no Brasil em 2012: os 46% dos pedidos restantes geraram um custo adicional de R$ 932,1 milhões pago pelo consumidores virtuais.

Compras Coletivas

A 27ª edição do relatório WebShoppers também levantou novos números e dados sobre as Compras Coletivas no Brasil.

Durante o ano de 2012, a modalidade faturou R$ 1,65 bilhão, um crescimento nominal de 8% em relação a 2011. O número de ofertas adquiridas, no entanto, obteve um crescimento muito acima, com 25,3 milhões de pedidos o que representou um avanço de 30% se comparado a 2011.

O tíquete médio teve uma queda de 17% de 2011 para 2012, e fechou o ano com o valor de R$ 65,40. Essa queda pode ser explicada pelo aumento na venda de ofertas de Bares e Restaurantes, que possuem tíquete médio inferior a outras categorias do setor, como Turismo e Viagens.

Mobile Commerce

O comércio mobile também apresentou franca evolução em 2012. Em Janeiro de 2012, o share em volume transacional do M-Commerce era de 0,8%. Em Junho, já registrava 1,3% e em Janeiro de 2013 alcançou 2,5% de participação nas compras online.

“Mais do que uma tendência, uma realidade. É assim que o Mobile Commerce pode ser interpretado dentro do mercado digital. Com novos aplicativos e tecnologias direcionados a esse tipo de comércio, o avanço continuará para os próximos anos. O Omnichannel e a possibilidade das pessoas compararem preços dentro das lojas físicas são os principais aliados dos consumidores nesse momento”, esclarece Guasti.

2013

Os números do comércio eletrônico no Brasil continuarão em ascensão em 2013. De acordo com previsão realizada pela e-bit, empresa especializada em informações do setor, a estimativa para crescimento nominal do e-commerce B2C é de 25%, chegando a um faturamento de R$ 28 bilhões em 2013.

A tendência é que o ano apresente um resultado melhor que 2012 em virtude da retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivo móveis como tablets e smartphones.

Digital Commerce

Muito mais do que entender o varejo online ‘tradicional’, a e-bit busca entender o mercado digital de uma maneira geral. Tendo isso em vista, realizou um estudo que será atualizado anualmente e revela como diversas outras áreas do setor digital atuam e faturam, sejam elas Market Places, venda de ingressos online, passagens aéreas e turismo e compras coletivas. “Esses segmentos não contam atualmente na metodologia de coleta de pesquisa tradicional da e-bit e serão acompanhados através de outros processos e métodos estatísticos”, explica o diretor da e-bit.

De acordo com dados obtidos no levantamento a estimativa de faturamento do Digital Commerce B2C no Brasil em 2012 foi de R$ 49,7 bilhões de Reais (incluindo os R$ 22,5 bilhões faturados pelo varejo virtual em bens de consumo).

Meios de pagamento

Para essa edição do WebShoppers, a e-bit procurou entender melhor como se relacionam os consumidores com meios de pagamentos distintos, mais especificamente o pagamento com débito online.

Em 2012, constatou-se que 47% dos e-consumidores que utilizaram “Cartão de Débito” fizeram a sua primeira compra na internet. “Isso demonstra que, devido à maturidade do setor, os novos entrantes já demonstram mais confiança e possuem uma barreira de entrada menor para utilizar esse meio de pagamento”, relata Guasti.

Gênero

O cartão de débito é utilizado, na maioria, por mulheres. De acordo com os dados levantados no ano, 54% dos e-consumidores que utilizam esse meio de pagamento são do sexo feminino. Os números de mulheres utilizando esse meio de pagamento são ainda maiores para novos e-consumidores: 57%.

Índice FIPE/Buscapé

Em Fevereiro/13 o Índice FIPE/Buscapé, relatório que levanta, mês a mês, uma radiografia dos preços de mais de 1,3 milhão de produtos no e-commerce B2C brasileiro, registrou queda média de preços de -0,42%. Esta queda confirma a tendência deflacionária observada ao longo do tempo, e interrompida nos meses de Jan12 (0,90%) e Jan13 (2,39%), que possivelmente expressam um comportamento sazonal dos preços no e-commerce.

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O relatório completo em anexo também estará disponível para download a partir de 21 de Março no site www.webshoppers.com.br.